Ana Stella · Psicanalista
Psicanálise para mulheres em processo de transformação.
Um espaço de escuta, presença e cuidado — para que cada mulher possa se ouvir, elaborar e construir novos sentidos para sua história.
Aqui você não precisa dar conta. Pode apenas ser.


Sobre
Tem coisas que a gente só entende quando vive.
Ana Stella começou a viver a psicanálise muito antes de estudá-la. Na adolescência, quando a dor ficou grande demais para carregar sozinha, ela encontrou um espaço de análise — e algo ali a salvou. Não de forma dramática. De forma silenciosa, como a psicanálise costuma fazer: abrindo uma fresta de onde veio um pouco de ar.
Desde então, a escuta virou vocação. O interesse pela alma humana — pelas alegrias e pelas dores, pelos labirintos que as pessoas constroem sem perceber — nunca foi um interesse distante. Sempre foi pessoal.
Ela construiu sua base na saúde mental pela enfermagem psiquiátrica. Vinte anos no campo — não nos livros, nas pessoas. Aprendeu que o sofrimento psíquico não respeita diagnóstico. Que o cuidado começa antes da técnica. E que escutar — de verdade — é raro.
A virada em direção à psicanálise veio com a maternidade. Coincidência? Provavelmente não. Essa vivência abriu um outro olhar: para a menina que ela havia sido, para os padrões que carregava sem ter escolhido, para a ancestralidade feminina que habita cada mulher sem avisar. Ela entendeu, por dentro, o que significa perder a si mesma no meio de cuidar de todo mundo.
E foi aí que nasceu a clínica com mulheres. Não como uma especialidade escolhida no currículo — como um chamado que fazia sentido por inteiro. A leitura de Jaqueline Godfrind sobre a análise entre mulheres confirmou o que ela já sentia: há algo singular nessa escuta.
Hoje, Ana Stella atende do consultório na Vila Clementino e pela tela — mulheres que chegam com o peso de não ter tido espaço para si mesmas. Adolescentes que não sabem ainda que têm voz. Puérperas que olham para o bebê e não se reconhecem. Mulheres que, em algum momento, aprenderam que cuidar de si era egoísmo.
Ela sabe que não. Ela sabe porque precisou aprender isso também.
SAS não é só as iniciais do nome. É a convicção de que toda mulher já tem o que precisa para voar. Só precisa de um lugar seguro para descobrir isso.

- —20 anos no campo da saúde mental
- —Enfermagem psiquiátrica — USP · IPq-HC
- —Mestrado em Ciências da Saúde — UNIFESP
- —Formação em Psicanálise — Instituto Sedes Sapientiae
- —Orientação winnicottiana · supervisão contínua
Abordagem
A escuta vem antes da técnica.
Ana Stella é psicanalista de orientação winnicottiana. Sua referência teórica a leva a olhar para o ambiente, para o vínculo e para o cuidado — para o que foi, ou não, oferecido à criança que cada mulher um dia foi. Dentro do enquadre, o que governa é a escuta: sem pressa, sem roteiro, sem julgamento.
É uma alegria estar escondido, mas é um desastre não ser encontrado.
Contato inicial
Encontros dedicados à avaliação da indicação clínica e ao início da construção do vínculo analítico.
Definição do enquadre
Frequência, horário e modalidade combinados com clareza — o ambiente que sustenta o processo.
Processo analítico
Sessões semanais, associação livre, sem roteiro. O tempo é da paciente.
Consultas terapêuticas
Quando indicado, um formato mais breve e objetivo.
- O ambiente importa
- A escuta precede a interpretação
- O tempo é da paciente
- A singularidade é inegociável
- O inconsciente fala
Atendimento
Onde e como nos encontramos.
Sessões individuais de psicanálise
Presencial e online, para mulheres em diferentes fases da vida.
Consultas terapêuticas
Um formato mais breve, quando clinicamente indicado.
Sessões de 50 a 60 minutos · frequência semanal · processo contínuo, sem número fixo de sessões.
Presencial
Consultório na Vila Clementino, São Paulo.
Online
Para todo o Brasil, brasileiros no exterior e estrangeiros.

Para quem é
Talvez você se reconheça aqui.
Gestantes, puérperas, tentantes e mães
Que se sentem perdidas, sobrecarregadas ou afastadas de si mesmas.
Mulheres adultas em transição
Menopausa, maturidade, crises de relacionamento, de carreira ou de sentido — quando há um estranhamento de si mesma.
Adolescentes e pré-adolescentes
Em processo de se colocar no mundo e encontrar a própria voz.
Você não precisa estar em crise para começar. Buscar análise é um ato de autoconhecimento.
Perguntas frequentes
Antes de chamar, talvez você se pergunte…
- Preciso estar em crise para começar a análise?
- Não. Você não precisa esperar o fundo do poço. Psicanálise é para quem quer se conhecer — não importa o tamanho do sofrimento.
- Quanto tempo dura uma análise?
- O processo tem o tempo de cada pessoa. Não há número fixo de sessões — e as mudanças começam a aparecer ao longo do caminho.
- Qual a diferença entre terapia e psicanálise?
- São abordagens diferentes. A psicanálise trabalha com o inconsciente, o ambiente e a experiência — não com a resolução pontual de problemas.
- Como começa o processo?
- Com entrevistas iniciais em que avaliamos, juntas, se há indicação para o trabalho analítico. Esse período serve como uma apresentação mútua, o ponto de partida para o vínculo que se construirá entre analista e paciente.
- O atendimento online funciona?
- Sim. As sessões online estão disponíveis para todo o Brasil, brasileiros no exterior e estrangeiros. Presencialmente, atendo na Vila Clementino, em São Paulo.
- Você atende homens ou crianças?
- Minha clínica é especialmente dedicada a mulheres, da adolescência à maturidade — essa é a minha especialidade. Mas também recebo homens e crianças em idade escolar no consultório.